#OPINIÃO “Esse é um país que ia pra frente. OH!OH!OH!OH!OH!” (Por Paulo Emmanoel)

Era uma ideia que contava com a simpatia até da direita, e também usada pelos militares, na ditadura, com os "clichês" de desenvolvimento, como " O Petróleo é nosso", e a musiquinha "Esse é um país que ia pra frente”.
Mas aí o povo assumiu. O povo começou a ter direitos, começou a comer, vestir, comprar. O povo vislumbrou ser feliz. O país saiu do mapa da fome e entrou no mapa das grandes promessas. Pulou para a sexta economia, descobriu o trilionário veio de riqueza chamada pré-sal.
Aí a direita perdeu uma, perdeu duas, perderam três eleições. Apesar de serem convidados para a tal "governabilidade" e fraudarem , roubarem e sucatearem todos os projetos como o "Minha casa, minha vida" , "Luz para todos" e o odiado "Bolsa família" em que os coxinhas diziam que não iriam ficar sustentando vagabundos e agora calam diante dos bilionários roubos, não se conformaram em sabotar o país. Tinham que ir mais além e com um golpe muito bem articulado "Com o STF e tudo" como disse o Vulgo nome de Caju nas planilhas da corrupção em que apareceu Romero Jucá.
Começaram a desmontar o país. Não conseguiram suportar ver a felicidade do povo, como disse a falida Danuza Leão, que hoje amarga pobreza.
- "Não dá mais para ir à Paris por que corro o risco de encontrar meu porteiro no avião."
Não suportaram ver o povo bem de vida e hoje os milhões de miseráveis chafurdam nas latas de lixo. A caminho da minha casa até o Instituto Paulo Fonteles  vejo a quantidade de pessoas jogadas nas ruas e revirando latas de lixo. É algo inacreditável pelo centro de Belém.
Um artista de rua foi preso e jogado num manicômio quando fazia uma performance no Rio Grande do Sul. Um PM deu voz de prisão quando uma aluna da Universidade Estadual da Paraíba escreveu a frase do escritor Hélio Oiticica feita em 1968:M“Seja marginal, seja herói”. O fascismo se instalou no país.
O golpe ainda está em curso e cabe a cada um de nós resistir.
Ó ódio revigora e nos dá forças. A raiva é combustível.
Não tem como ser diferente.
Paulinho Fonteles, Presente!


Texto & Arte © Paulo Emmanoel

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