#FESTIVAL “Adriano Barroso estreia filme e lança livro no IV FICCA”


O livro-biografia “Ato – Paixão segundo o Gruta” (190 paginas. Edição do autor, ator, diretor, dramaturgo, e roteirista, Adriano Barroso) será lançado no IV FICCA.
Adriano também vai estrear um filme de curta-metragem “Antigamente não existia dia”, e participar da mesa de abertura do festival, que ocorre pela quarta vez em Bragança do Pará (de 8 a 10/12/2017).
Adriano atua há 30 anos no teatro e cinema nacional.
Já atuou em mais de vinte filmes, entre longas e curtas-metragens.
E é o roteirista amazônida com mais roteiros filmados na região.
Escreveu roteiros de ficção, documentário, série de TV, e de animação.
Tem três livros publicados em poesia e dramaturgia, participou em antologias brasileiras, com contos e novelas, e algumas revistas nacionais, com criticas e crônicas.  
Escreveu 18 peças de teatro, entre estas o "A farsa do boi ou o desejo de catirina" foi montado em cinco cidades brasileiras, e traduzida, e encenada em países como França, e Cuba.
Ato, substantivo masculino, exercício da faculdade de agir ou o seu resultado, aquilo que se faz ou se pode fazer. Também é o nome que se dá a uma das divisões ou unidades que compõem uma peça de teatro. Como verbo é o presente do indicativo de atar, vincular, estreitar. E essa é a finalidade do livro: desvelar essa rede de acontecimentos do teatro paraense desde 1967, a partir de um dos grupos mais atuantes e combativos, o GRUPO GRUTA DE TEATRO.
O que se disse sobre o mais recente livro de Adriano Barroso (“Ato: paixão segundo Gruta”):
Salomão Laredo (escritor):
“Um robusto e significativo material memorial... que ratificam o talento, mostram a competência, sublinham a resistência e o profundo amor à arte. Saga bonita de quel labora o teatro no Pará”.
Paulo Nunes (escritor):
“Este é um dos melhores lançamentos do ano”.
Cacá Carvalho (ator):
“Estou devorando, devorado por lembranças e revigorado pela história de uma gente que não se verga. O Teatro n Pará resiste. O Brasil precisa saber dessa força. Salve o Gruta 50 anos de teatro no Pará”.


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