#DESVIO “Professores utilizaram CredLivro para outros fins”

Alguns professores beneficiados pelo CredLivro teriam utilizado o dinheiro destinado ao programa para adquirir outros produtos que não livros.
#TRIBUNADASEMANA teve acesso a conversas de grupos WatsApp de professores em que os mesmos se estimular a “estourar a grana” do CredLivro em lojas de departamentos e farmácias.
O diretor da TS, Francisco Weyl chegou a enviar mensagem em que repudia tal direcionamento.
De acordo com o jornalista, esta atitude é contraditória e depõe contra as conquistas dos movimentos sociais que tanta lutaram por este direito, agora desvirtuado, inclusive por quem o deveria preservar.
Realizado em parceria com as secretarias de Educação (Seduc);  e de Cultura  (Secult); e as empresas Banpará;  e a OS Pará 2000, o CredLivro é oriundo do "Programa de Fortalecimento de Ações de Fomento à Leitura" da Seduc, por meio do Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares (Siebe), criado em 2005 e, em 2013, virou Lei (Lei 7.775, de 23 de dezembro de 2013).
O CredLivro consiste num bônus no valor de R$ 200,00, depositado na conta de professores e servidores públicos efetivos da Seduc, exclusivamente para aquisição de livros nos stands da feira Pan-Amazônica.
O recurso fica vinculado a conta corrente junto ao Banpará, entretanto, o banco também oferece opções para os servidores que não possuem conta ou perderam o seu cartão.
Ou seja, servidores não correntistas do Banpará recebem outro cartão, que poderiam ter sido utilizados para outros fins, conforme troca de mensagens em grupo de WatsApp que este jornal teve acesso.
Este ano, o governo do Pará investiu no CredLivro  cerca de R$ 4,6 milhões para os 23 mil professores da rede estadual de ensino adquirem obras na XXI Feira Pan-Amazônica do Livro, ocorrida entre 26 de maio a 4 de junho de 2017.
Serviço: Mais informações no site seduc.pa.gov.br,  telefones 3201-5095 e 3201-5130 ou e-mail siebe@seduc.pa.gov.br

                                                     Fonte © #TRIBUNADOSALGADO
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