#OPINIÃO “Ações do MP e condutas errôneas de secretários fragilizam governo Raimundão”

Se fosse no Fantástico, já dava pra pedir música.
A primeira manifestação de que as coisas não estavam indo bem no governo Raimundão foi a repentina saída de Rivaldo Miranda, que acusou frontalmente a burocracia da secretaria de gabinete.
Fabrícia Guimarães assumiu a Cultura, ou seja, ela que era suplente de Rivaldo e que se tornou vereadora na vaga dele, assumiu a cultura no lugar dele, sob as bençãos de Simone Morgado.
Simone, depois que rompeu com Jáder, precisa melhor ancorar suas bases, razão pela qual colou no governo Municipal, marcando presença no repasse de emendas.
Mas o Ministério Público está de olho nos gastos da prefeitura com o dinheiro originário de emendas parlamentares destinadas às atividades culturais, de forma a evitar que as mesmas sejam super-faturadas.
Por causa disso, mal assumiu, Fabrícia teve que responder ás exigências do MP, que está preocupado com a legalidade das contratações do festival junino.
Na sequência, vazou um áudio, atribuído ao secretário executivo de gabinete da prefeitura, Tiago Santos Costa, no qual ele negociaria empregos junto aos vereadores.
Trata-se do Mais Educação, cuja responsabilidade local é da secretaria de educação, quem em tese, não pode permitir que este tipo de negociação se estabelece no âmbito deste programa federal.
Sem nenhum comunicado oficial da prefeitura sobre o ocorrido, alguns vereadores ameaçam ir a Justiça para evitar que o nome deles seja envolvido neste escândalo.  
E para piorar, a secretária de finanças, Tatiana Ferreira Rodrigues, responde por improbidade administrativa junto ao Ministério Público por causa de problemas com a gestão do Padre Nelson, da qual ela também era secretária de finanças.
Mas, enquanto isso, o governo segue sua missão, ainda hoje entregando o Mercado de Peixe, revitalizado.
Raimundão faz um bom governo, mas ele tem de explicar quanto custa a operação tapa buraco e mostrar as notas fiscais dos serviços executados.
Do mesmo modo, afixar placas indicativas em obras, de forma a que o cidadão possa saber o tempo de duração, o engenheiro responsável, o valor, e as licenças.
A cidade está limpa, mas os caminhões de lixo são desestruturados e os trabalhadores transportam resíduos sem equipamentos adequados e em condições inseguras e insalubres.
Estes assuntos incomodam a comunidade, consequentemente, aos vereadores, que devem pauta-los nesta quinta-feira, primeiro de junho.

Francisco Weyl


                                     Fonte © #TRIBUNADOSALGADO   

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