#EDUCAÇÃO “Três anos depois, Escola Yolanda Chaves resolve praga de pombos”

Uma praga de pombos começou por infestar os forros do andar superior de um dos blocos da escola, há cerca de três anos na Escola Estadual de Ensino Fundamental Yolanda Chaves.
No verão e/ou no inverno, o barulho, e a sujeira dos animais, tanto atrapalhou quanto colocou em risco a saúde de estudantes e professores.
O vento espalha a fuligem das fezes pelo ar, causando mal cheiro nas salas, e do mesmo modo, no inverno, as fezes escorrem pelas paredes.
Localizada na Avenida Visconde de Sousa Franco, bairro da Aldeia, EEEF Yolanda Chaves tem cerca de 45 professores,  3 gestores, e 1.300 alunos.
A Yolanda Chaves tem diversos projetos pedagógicos, entre os quais, Judô, Artes, Matemática (reforço), português (letramento), e banda (melódica) marcial.
Mas, sem receber recursos do programa federal + Educação há cerca de três anos, a escola praticamente paralisou taus atividades.
E isso prejudica a vida de cerca de cerca de 150 estudantes que são vinculados a este projeto.
A escola recebe, entretanto, recursos do fundo rotativo d a SEDUC.
E, a partir de 2017, passou a receber R$ 4.083,00, do Programa Dinheiro Direto na Escola – PDDE, do governo Federal.
De acordo com o gestor Varny Souza, os recursos financeiros do PDDE são repassados a cada três meses.
E devem ser destinados a consumo (50%) e manutenção (50%).
Dessa forma, o gestor da escola, professor Varny Souza, esclareceu as dificuldades que enfrenta para resolver grandes problemas com orçamentos reduzidos, numa administração escolar em que tudo se torna prioritário.
Mas, mesmo assim, ele contratou serviços para a limpeza das fezes que se localizavam na parte interior do forro, assim como a vedação do mesmo.
No momento em que recebeu a #TRIBUNADOSALGADO, o gestor mostrou ainda dois ofícios em que solicitava apoio da SEMUSB (10/09/2015), e a URE (23/11/2015).


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