#ARRASTÃO “Bragança tem métodos, mas não tem metas contra o Aedes aegypti”

Uma das maiores qualidades de uma boa gestão é a de saber produzir os seus próprios indicadores, definir as suas metas, e tornar público os resultados alcançados, dispondo-se às avaliações, críticas, e reprogramações, em busca de novos e positivos resultados.
Ninguém sabe, entretanto, quantos bragantinos são vítimas do Aedes aegypti, a prefeitura não revela os registros das doenças que o mosquito transmite, mas, mesmo sem apresentar indicadores e metas, a Prefeitura de Bragança fica nos arrastões.
Pergunto-me onde posso encontrar estas qualidades na atual gestão Municipal, que faz um “Arrastão contra a Dengue”, sem informar qual o registro de casos no Município, e/ou metas, em termos percentuais, para a redução da dengue e demais doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como zika e chikungunya.
Aberto com discursos na manhã de segunda-feira (20/2), no Centro de Reabilitação Socorro Gabriel, o “arrastão” envolveu centenas de pessoas, entre agentes de saúde e de endemias, e atiradores do Tiro de Guerra, (Unidade do Exército).
Desde segunda (20/2), visitaram residências, órgãos públicos, e prédios comerciais, nos bairros do Centro, Aldeia, Riozinho, Cereja e Alegre, para sensibilizar a sociedade quanto aos cuidados para eliminar possíveis focos de proliferação e criadouros do mosquito Aedes aegypti no município.
O esforço é necessário e deve ser estimulado e reconhecido, entretanto, ainda ficamos sem saber quais os seus pontos positivos e/ou negativos, na medida em que não podemos quantificar, em termos percentuais, os impactos destas ações quanto a redução dos registros de casos das doenças provocadas pelo mosquito Aedes aegypti.

                                                   Fonte © #TRIBUNADOSALGADO
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