ANÁLISE2 “Bragança terá barraco de secretário e deputada na virada do ano”



Do burburinho entre Simone Morgado e Aleno Miranda, fica a  lição de como não se deve fazer política pública cultural, porque, ambos estão errados, deputada e secretário municipal de cultura.
E não vou nem comentar a gestão na área durante a administração nelson/fagner-aleno, porque, inexistiu, quando muito, acompanharam o calendário cultural municipal.
Desde o carnaval, o são joão, as férias, e as festas de final de ano, como se política cultural fosse limitada a estes tipos de eventos, que se repetem nos formatos, com as mesmas atrações, sem espaço para a diversidade, e com foco numa cultura de mercado.
Sem discutir com a comunidade, numa arrogância sem fim, e nas estratégias de gabinetes e telefonemas, distantes das realidades daqueles que de fato fazem a cultura pulsar nesta terra.
Não se trata de não ter virada do ano, de não ter uma atração que justifique um bom cachê, mas sim de como se processam estas relações, às escondidas, num perigoso jogo de cartas marcadas.
E como se desrespeitam e se desqualificam os artistas e os criadores que aqui vivem e produzem.
Fica o aprendizado.
E os gestores, e os ditos, ou, malditos, políticos, fecham 2016, e fazem Bragança passar vergonha, cada um a jogar o seu balde de merda para sujar ainda mais esta porcaria na qual os irresponsáveis transformam a Nação.
Que venha 2017, com as esperanças, renovadas.

© Carpinteiro
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