#OPINIÃO “Debate mostra responsabilidade política e social da UFPa”

Bragança parou para ver os candidatos a prefeito apresentarem suas propostas para o Município.
A comunidade estava na expectativa deste momento democrático e dessa forma saber quem são e o que querem os candidatos.
Sabedora deste desejo, a UFPa convocou um debate, com regras próprias que garantiram igualdade de tratamento a todos.
Entretanto, nem todos compareceram ao encontro, um deles alegou outros compromissos.
Realizado no auditório da UFPa, e transmitido ao vivo pelo SBT, o debate só não teve mais audiência que a decisão de jogos da  Semana da Pátria.
Nenhuma observação à dinâmica e a organização deste momento democrático que entra para a história da UFPa e do próprio Município.
As dez temáticas definidas eram abrangentes e ao mesmo tempo específicas nas questões capitais de um Município como Bragança.
 E o próprio debate abriu espaço para demandas da organização e da comunidade, que eram direcionadas aos candidatos mediante sorteios.
Oxalá que este seja o primeiro de muitos que haverão de vir, cada vez mais aperfeiçoados, razão pela qual eu acrescentaria duas ou três questões, pontuais.
Alternar a ordem de entrada e consequentemente e a sequência entre os candidatos, e substituir as perguntas, quando estas repetirem os temas, ainda que sorteadas.
Porque ocorreu de sempre o Nelson abrir, e Vanderley fechar o bloco. E nós compreendemos o que significa abrir e fechar. Já que a primeira informação impacta e a última é retida mais facilmente.
E as perguntas também se repetiram nos temas aos mesmos candidatos, ocorreu de Nelson responder duas vezes sobre segurança, Vandeley, responder duas perguntas,  sobre cultura, e Edson, duas, sobre agricultura, e Gerson, duas, sobre administração.
Talvez da próxima vez pode-se isolar mais o espaço interior para convidados e público, com a colocação de telões do lado de fora.
E quem sabe abrir um bloco para que cada candidato sem nenhum sorteio, escolha um tema e sobre este faça uma demanda a qualquer outro candidato, e com ele estabelece um diálogo, com direito a réplica e tréplica, diretamente.
E o candidato Raimundão perdeu uma grande chance de ficar calado, para não dizer o contrário.
Ele, que é um sujeito popular, e tem uma oralidade própria, preferiu não ir a Academia.
Tem mais o que fazer como “amarelar” o Município com seus “bandeirinhas”, aos quais paga em média R$ 700 reais/mês.
Não é a primeira vez que ele ignora uma Instituição de Ensino.
Também não foi ao IFPa.
A pergunta que fica no ar é porque será que ele se recusa a participar destes momentos democráticos.

Candidato Nelson; candidato Gerson; professor Dário (mediador); professor Sebastião (coordenador do campus UFPA Bragança); candidato Edson; candidato Vanderley (faltou o Raimundão)

Fonte © #TRIBUNADOSALGADO
Bragança> 28 de Setembro de 2016



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