#PROMESSA "Padre está em dívida com o povo"

Bragança > 09/08/2016
As críticas políticas são representações de uma consciência política cidadã.
De onde quer que venham, de programas de rádio, sessões camarárias, timelines de redes sociais, locais de trabalho, mesas de bares.
Normal que a sociedade se reserve o direito à crítica.
Mas, as falas perdem a razão de ser quando colocadas pela via de boatos e especulações.
É o que acontece em Bragança.
A cidade fofoca.
E uma mentira contada várias vezes...
Terra em que o Poder da Igreja é quase imensurável, Bragança, tem um Padre como líder político.
Mas padre não é santo, é humano como qualquer outro, e como tal, erra.
Não se pode confundir a alma do sacerdote com o corpo do gestor.
Só o tempo de Deus é eterno, um mandato de prefeito dura quatro anos.
O Padre trocou a confissão pelo palanque para ser prefeito.
E perdeu muito tempo com o que não devia.
Agora, já entrou no purgatório eleitoral.
Com uma gestão sem articulador, seu governo foi a deriva.
Pequenos grupos partidários o isolaram na própria prefeitura.
Deu ao PT duas vezes a cabeça da Câmara para nada.
O partido provavelmente não elege vereador este ano.
Marqueteiro, o Padre foi para o PPS.
Obteve feedback do apoio a Jatene.
E tem o apoio do governador para a reeleição.
Mas Jatene também apoia Raimundão, PSDB.



Foto © Dri Trindade

Nota do Editor:
Uma imagem digna de análise semiótica, quando da estada do governador do Pará em Bragança, em maio de 2014.
Na ocasião, Jatene anunciou e assinou convênio para repasse de repasse de R$ 2 milhões de reais para a construção de áreas destinadas à logística e ao embarque e desembarque de passageiros na orla do rio Caeté, além de reurbanização do espaço contíguo à feira.
O Terminal jamais foi construído, mas em seu nome o "monstrengo" foi destruído, numa cena espetacular que demarcou o governo do Padre, que, entretanto, também deixou de reinaugurar os mercados de carne e de peixe.

Fonte © #TRIBUNADOSALGADO (Texto: Francisco Weyl)
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