‪#‎LITERATURA‬ > “Os três lados da moeda de Girotto Brito” >


Ele começou a cena literária com projetos virtuais (“O Poeta e a Madrugada” & “Dark Dreams Project”), venceu o “Prêmio Educablog”, promovido pelo site “O Poeta e a Madrugada”/Governo do Estado do Pará (2009), recebeu a Menção Honrosa “Prêmio Literacidade” (20014), publicou contos nas antologias “Horas Sombrias”, “Xeque-mate: contos policiais” e “Legado de sangue”, todos pela Andross Editora.
Entretanto, com “Os três lados da moeda: vida e morte em poesia”, que tem lançamento marcado para às 20h do dia 6 de junho de 2015 no estande do escritor paraense, durante a XIX Feira Pan-amazônica do Livro, em Belém do Pará, o poeta e escritor Dênis de Brito (pseudônimo Girotto Brito), 29 anos, escreve e publica a sua primeira obra individual, pela Editora Cromos (78 páginas - R$20,00)
O livro, segundo o autor, é uma seleção de poemas divididos em três temáticas, três lados que fazem parte de uma mesma moeda: a existência humana. “O primeiro lado trata da condição sentimental do homem, abordando as faces do amor, da paixão e do sofrimento que habita o âmago de todos os seres. Trata de um mergulho profundo e subjetivo no autoconhecimento, na vida e na morte. O segundo lado aborda a condição social do homem, suas virtudes, seus problemas e a importância da razão na manutenção dessa estrutura social. Expõe o papel do intelectual como defensor dos valores universais e desinteressados, debate sobre a pobreza e o descaso social. O terceiro e último lado traz uma reflexão sobre a condição natural e artística do ser humano, abordando o meio em que está inserido, a natureza, a arte e a poesia como alimentos necessários ao espírito”, esclarece o poeta Girotto Brito.
Nascido em Marília-SP, criado no Mato Grosso, instruído no Tocantins e habituado ao Pará, Girotto Brito confessa ter perdido a exatidão dos números e se entregado às letras, aos versos e à Poesia. “As artes literárias sempre fizeram parte da minha vida, ainda menino, era um bom leitor e me perdia nos livros de Tolkien, Patrícia Melo, Fernando Sabino, Oscar Wilde, Edgar A. Poe, mais tarde, acabei me apaixonando também pela poesia”, afirma o poeta.
E se a poesia não quer adeptos, mas amantes, como ensinou Frederico Lorca, o autor afirma que quer expulsar os sentimentos que se prendem em seu interior e educar através da poesia, porque, afinal, ele também é um educador, que atua em Bragança desde 2008 como professor da rede estadual de ensino, sendo, por isso mesmo, graduado em Matemática e Física, e mestrando em Engenharia Elétrica.
Girotto Brito diz que em cada um de seus poemas transporta um objetivo, sendo que, em alguns, pretende comover, sensibilizar, enamorar, enquanto que em outros, ele quer despertar a crítica, fazer pensar, dar voz à razão.
“O papel do intelectual é defender os valores universais e desinteressados: a verdade, a justiça e a razão. O papel do poeta é exatamente o mesmo, mas da forma mais bela que seu espírito conseguir versar. A Poesia tem disso: descreve tudo e todos, na beleza que tudo possui. Eu diria que a poesia, como literatura, deve estar associada a duas características essenciais: intelectualidade e beleza, no entanto, a poesia também tem seu papel fora da literatura, no meio social, nas comunidades, na vivência, na experiência cotidiana, que é tão importante quanto”, conclui o escritor e poeta Girotto Brito.
Fonte © ‪#‎TRIBUNADOSALGADO‬
(Texto: Francisco Weyl, a partir de excertos do autor Denis Girtotto Brito / Imagem ilustrativa, fotomontagem a partir de imagens do poeta e de sua obra)
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