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D Rosa > 
Rosa Santos, 70 anos, Mora no Centro de Bragança e trabalha na feira há 45 anos, onde faz e vende café da manha, refeições e sopas, além de sucos e outras bebidas. Ela começou com salgadinhos, bolos, cremes, refresco, salada de fruta, e só depois de 15 anos que passou a vender refeições. Começa às 6H e vai até às 15H. Simpática, Dona Rosa acha que está demorando muito a volta dos feirantes ao Mercado, hoje em reforma.




Artesãs > 
Maria Santiago, Deusarina Silva, Maria Lúcia, comercializam produtos na Praça da Bandeira, mas já têm espaço (a Casa do Artesanato) para comercializar a produção de objetos (portas-trecos, porta-jóias e os populares porta-guardanapos e porta-papel higiênico) que fazem a partir de garrafas-pet. A Casa do Artesanato fica no bairro Aldeia, ao lado do Centro de Referência Especializada para a população em situação de rua, o Centro POP. Elas afirmam que precisam de mais apoio ao CRAS do Taíra, do qual participam.





Mundiquinha > 
Nascida e criada na Rua Aureliano Coelho, centro de Bragança, a filha de ex-capitoa da Marujada Augustina da Conceição Pereira e de Manuel Inácio Martins Pereira, Dona Raimunda Ana pereira, 91 anos, já foi sambista e é dona de uma memória de fazer inveja a muito jovem que já nem recorda o último beijo que deu em seu amor. Dialogamos com ela e recolhemos algumas preciosas informações sobre a História cultural do município e ficamos, a saber, por exemplo, da existência do Boi Fortaleza, que percorria as ruas de Bragança nos períodos juninos.







Totó > 
Antônio Jorge Monteiro de Lima, 52 anos, dirige este Ford 61 há 4 anos, não tem carta, apenas certificado de condução de máquinas pesadas. Já chegou a trabalhar cerca de doze horas por dia com este trator. Em média, TOTÓ, como é e gosta de ser chamado, cobra R$ 90 reais a hora trabalhada, embora faça isso muitas vezes por amizadeNo momento desta foto ele transportava mandioca do Urumajozinho para a casa de forno de um amigo em Santo Antônio dos Monteiros, comunidades de difícil acesso na região Bragantina.






Jorge > 
Ele desistiu do estudo para se dedicar ao que sabe fazer de melhor. Técnico em eletrônica autodidata, Jorge Guilherme Pereira Macema, 48 anos, todos os dias, há 8 anos, abre bem cedo a sua oficina que funciona de domingo a domingo na Rua Tancredo Neves, em Caratateua, Bragança. Tem doze irmãos, entre os quais, Antoninho de Macema, que ensina remédios no bairro da Aldeia.





Boi > 
João Paulo Ferreira de Brito, 50 anos, vem de lá da Vila que era dos Lucas, do Camutá, do Rio do Meio, para Caratateua, e sempre roda em Bragança. Conhecido popularmente como BOI, vende o picolé e o sorvete fabricado pelo seu Raimundo. Há 16 anos. Antes disso foi comerciante. Tem um casal de filhos, Paulo Vitor, 16 anos, e Luzia, 17. BOI chega a fatura R$ 50 reais de lucro por dia.
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